FORTALEZA_DIGITAL_1228172272PVou logo avisando… não gostei!

                        Vou logo avisando: adoro o Dan Brown de Anjos e Demônios e O Código da Vinci (resenhas no blog House of Thrillers: http://houseofthrillers.wordpress.com/category/dan-brown/ ), mas esse livro, e o PONTO_DE_IMPACTO_1228487893Poutro, cuja resenha virá a seguir, Ponto de Impacto … não gostei mesmo!  Se tivesse lido esses antes dos seus best-sellers mais famosos, não teria me interessado.

Quando o complexo computador da NSA (Agência de Segurança Nacional), TRANSLTR, não consegue decifrar um misterioso código, a linda e brilhante matemática Susan Fletcher é chamada.

Ela descobre que a agência está refém de um código tão complexo que pode afetar todo o sistema de inteligência dos Estados Unidos e dos poderes internacionais.

Em meio a uma tempestade de segredos, mentiras e traições, Fletcher luta por seu país e por sua vida – além da vida do homem que ama.

Em thrillers de ação, encontramos armas, veículos militares e explosivos.  Este thriller, no entanto, é composto de discos rígidos e capacidade cerebral.  É uma trama de espionagem cibernética, onde os mocinhos e os bandidos lutam por fórmulas, algorítmos e códigos criptografados.

Este livro é muito chato de ser lido. O leitor deverá lutar, também – para entender sobre tecnologias ultra modernas e políticas de invasão de privacidade.

Outra luta para o leitor, IMHO, é acreditar na principal premissa do livro: logo na primeira página um dos programadores, demitido da NSA, morre de um ataque cardíaco.  Mas… apesar de morto… consegue transitar, de forma dramática, na vida além da morte, sob a forma de um software que havia criado.  OMG!

Além disso, a trama tem viradas previsíveis – qualquer leitor mais inteligente pode adivinhar o suspense, a partir das 30 primeiras páginas.  Em sua defesa, Dan Brown não inclui um prefácio explicando a veracidade dos fatos, como em Anjos e Demônios ou O Código da Vinci.

O final é um dos piores já apresentados em um thriller cibernético – e temos muitos, com sucesso, como os de Tom Clancy.  Dos personagens mal caracterizados, à trama mal desenvolvida, este livro é um sério candidato a pior thriller já lido.

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Sobre Lili Machado

Lilia Cristina Machado é carioca, aquariana, leitora voraz, estudante do conhecimento humano, especialmente dos ramos do imaginário, formada em Inglês por Cambridge, graduada em História, pós-graduada em Arte e Cultura, atualmente cursando Turismo.

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